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Escrito por uma menina que lê até bula de remédio e escreve até em papel higiênico.
Editado por um menino que pensa muito e faz pouco, mas quando faz, não espere menos que a perfeição.

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    Disseram que sou "coloridinha, mas legal"!!! Disseram que sou cor-de-rosa!!! Eu sou DESIGNER, e só!!! Tá bom, com certas gamas de magenta, eu admito... Mas de DESIGN esse blog ainda não tem muito, mas tem o dedinho dele... Atualmente, caloura de JORNALISMO, porque nunca é tarde para realizar os sonhos de sua vida.

    terça-feira, 25 de março de 2008

    Respostinha fria e calculista, como esperado...

    Prezada Sra Michelle , Agradecemos por entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor Sony Ericsson.
    Tomamos conhecimento de sua situação , fato este que mereceu nossa atenção especial .Informamos que no presente momento não dispomos de contra - propostas para aquisição de nossos produtos .

    Para mais informações por favor,entre em contato com a Central de Atendimento ao Consumidor através do telefone: 4001-0444 ou através do nosso Chat, acessando o site www.sonyericsson.com.br. Para compra de aparelhos e acessórios originais Sony Ericsson, visite nosso site: www.sonyericssonshop.com.br.Caso não consiga completar a chamada, basta acrescentar o número da operadora + DDD de sua cidade + 4001-0444. Nosso horário de atendimento é de Segunda a Sábado, das 8:00 às 20:00h, exceto feriados. Atenciosamente,Fernanda Roberto Serviço de Atendimento ao Consumidor - Brasilwww.sonyericsson.com.bremail: questions.br@support.sonyericsson.com

    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

    Entre o amor e a paixão...

    Meu nome é Michelle, tenho XX anos, moro no Rio de Janeiro – Capital, sou formada em Design Gráfico e trabalho como professora de Informática há alguns anos. Sempre fui apaixonada por tecnologia, muito embora não tenha condições financeiras de acompanhar constantemente os últimos lançamentos mundiais. Atualmente, convivo em um universo de cerca de 900 alunos (entre ensino fundamental, médio e técnico) e trabalho numa empresa com 2000 funcionários que atua na área de saúde, educação e tem várias obras sociais pelo estado. Acredito que pela minha função [designer e professora] e pela naturalidade com que apresento novos produtos em uma linguagem acessível e empolgante, as pessoas estão sempre me pedindo opinião, tirando dúvidas e querendo conselhos para compra de aparelhos como celulares, câmeras digitais, videogames e afins.

    Já trabalhei em uma operadora de telefonia celular, o que aumentou meu entendimento e interesse por esses aparelhos em particular. Porém, devido à violência que impera em nossa cidade, assumi o compromisso moral de jamais comprar um aparelho “top de linha”, por mais encantador que me parecesse.

    Fui capaz de cumprir minha promessa até o dia em que me deparei com o novo Sony Ericsson K750i. Na verdade, tinha ido à loja apenas substituir um aparelho roubado para outro funcionário do plano corporativo, não tinha a intenção sequer de adquirir um novo celular para mim, mas foi como aquelas paixões a 1ª vista, arrebatadoras! Nada foi capaz de me impedir, nem o preço muito acima do que eu pagaria (embora sendo vantajoso levando em consideração os descontos oferecidos pela operadora devido ao aumento da carência do plano), nem o medo de tê-lo roubado, nem os conselhos racionais... Cada impedimento parecia inexistente diante daquela maravilha em poucos centímetros. Estávamos em 2006, era lançamento, uma câmera de 2Mp com flash e zoom, rádio, MP3, cartão de memória... Levei-o pra casa com a alegria mil vezes ampliada que uma criança que ganha sua 1ª bicicleta. Até escrevi um post no Blog com fotos e elogios sem fim.

    O contentamento não coube em mim e extravasou para as minhas aulas, as conversas com amigos, em casa, no trabalho... No entanto percebi que a Sony Ericsson ainda não era uma marca consolidada, pelo menos nos ciclos onde transitava. A partir de meu depoimento, minha médica aderiu à marca, assim como sua filha, a chefe do Deptº jurídico da minha empresa, o dono da lanchonete, um aluno, outro, outro... meu namorado e, através dele, as pessoas de sua empresa, logo me vi cercada por diversos modelos, cada um de acordo com as características de seus proprietários. Percebi, também, que a maioria dessas pessoas me confidenciava: “comprei por causa de você”. Confesso que pensei em escrever a vocês sobre isso, mas não estava convencida desta influência ou da importância que poderia ter.

    Além de muito satisfeita com o telefone, inclusive com a qualidade das fotos, almejava uma câmera digital e escolhi a Sony T10, outra por quem me apaixonei à 1ª vista. Decidi, então, aderir à marca para tudo, inclusive devido à possibilidade de comunicação entre seus dispositivos (troca de cartões de memória, por exemplo), mesmo sendo contra meus princípios optar por uma marca que usa formato proprietário e não permite a intercomunicação com aparelhos de outras marcas. Para completar o pacote, adquiri um Play Station II e o Sony Micro Vault Tiny, o menor e mais “fofinho” dispositivo de memória flash de que tive notícias... Assim como o telefone, as pessoas à minha volta foram sendo incentivadas e optaram por câmeras Sony, pen-drive, etc.

    Sempre usei estes aparelhos nas minhas aulas, costumo preparar algumas especificamente sobre tecnologia e novos produtos, já que há tempos notei a dificuldade que o público em geral tem ao comprá-los pela total falta de conhecimento da área. Muitos, inclusive, não confiam nas informações dos vendedores, sentem-se perdidos e evitam a compra.

    Tudo ia muito bem até que, em janeiro de 2008, durante as férias, tive o celular e a câmera roubados. Confesso que foi como perder uma parte de mim, ambos já estavam completamente inseridos no meu cotidiano, estes objetos – realmente – mudam nosso modo de vida. Meu telefone tinha mais de 500 contatos (sim, fiz backup da agenda algumas vezes, mas não estava tão atualizado e não estão à mão quando preciso). Todos os meus compromissos eram lembrados por ele, um companheiro fiel. Fui madrinha do casamento do meu irmão e, simplesmente, não tinha como registrar momentos imprescindíveis. Onde estaria minha câmara agora??? Confesso que chorei, muito mais pela perda emocional e a impossibilidade de guardar aquelas imagens.

    A ocasião do roubo se deu durante a estadia de 2 primas que vieram de outro estado, e estávamos visitando praticamente toda Cidade do Rio num intenso roteiro turístico, inclusive com direito à algumas comprinhas para elas que – por sinal – incluíram um telefone Sony Ericsson e uma câmera da Sony, o que mais uma vez ressaltou para mim a influência de conhecer alguém que defenda a marca.

    Se alguém estiver lendo, deve se perguntar: e o que temos com isso?! Na verdade, não sei até que ponto um cliente é importante para vocês, ou as experiências deste cliente, a visão que ele tem da marca ou mesmo a influência que pode exercer sobre outros possíveis clientes... Mas me peguei pensando: será que neste mundo essencialmente capitalista existiria uma empresa preocupada com o bem estar e a satisfação de seu consumidor ou, ainda, que estivesse disposto a não perdê-lo, mesmo sendo por razões alheias à sua vontade? Decidi tentar, a mim não custa nada além de um bocado de tempo e aprendi como minha mã: “quem não falada, Deus não ouve”.

    Após perder meus 2 produtos de uso diário, em que situação me encontro: tive um prejuízo de cerca de 2.000 mil reais, além das despesas das férias, assim, não tenho condições de adquirir um celular ou mesmo a câmera do nível dos anteriores, estou priorizando o celular, que me faz mais falta (embora doa tanto quanto não ter a máquina, mas paciência...). Tenho usado um aparelho básico e sem recursos, emprestado, que me leva à loucura... Optei por migrar para um plano pós-pago, que me oferece desconto na compra. Já pesquisei arduamente entre modelos, custo-benefício, vantagens, sempre levando em conta a fidelidade à marca, e minha necessidade específica, quando me deparei com alguns impasses: posso me considerar apaixonada por 2 modelos de níveis diferentes, o W610 e W880 e completamente louca de amores pelo mais novo lançamento com câmera de 5Mp, o K850, sendo que este, além de longe da minha realidade monetária, é forte concorrente do Nokia N95, que me parece muito mais completo. A Nokia, por sua vez, é a única marca pela qual eu pensaria em trocar a Sony Ericsson, aí vem a maior dúvida. Fazer a loucura de comprar um aparelho deste porte, temer ser novamente assaltada e apertar em muito o orçamento ou optar por um dos outros 2, dependendo das vantagens. Estava fortemente inclinada à 2ª opção quando, sem querer, esbarrei em um novo lançamento, não da Sony, mas novamente da Nokia [disputa acirrada esta, hien?!] Trata-se do Nokia 5310, fino como o W880, com muitos recursos, lindo! Confesso que cansei os neurônios de tanto analisar tabelas comparativas e fui à loja sem estar certa de nada, pretendendo um “test-drive” para me decidir. Qual não foi minha surpresa: no meu plano atual, o W610 custa cerca de 100 reais a mais que o 5310, o W880 é cerca de 400 reais mais caro. Fiquei entre o Nokia 5310 e W610, esperando que este último me convencesse de valer cada centavo. Neste momento, fui informada de uma nova promoção, não sei se é obra da operadora, da Nokia ou uma parceria: se eu aumentar meu plano de serviços em R$ 38,00 mensais o preço dos 2 modelos Sony Ericsson came muito pouco, porém recebo o Nokia 5310 sem nenhum custo. Bem, esta é realmente uma boa oferta. Sendo assim, decidi perguntar se a Sony Ericsson não teria interesse em uma contra-proposta. E aí, o que me dizem???

    Obrigada pela atenção.

    terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

    Big Brother Brasil

    Nós, na qualidade de seres humanos, somos genuinamente imperfeitos. Em geral, gostamos de saber da vida dos outros, mesmo que não seja pra contar pra ninguém, além de nossos melhores amigos, claro, que – por sinal – sempre têm outros melhores amigos para quem contar... Adoramos tomar conhecimento de uma boa intriga, temos uma quedinha pela preguiça e um verdadeiro rolar de ribanceira pelo pecado da gula.

    Com tantas qualidades, fica fácil entender porque um programa como o BBB faz sucesso. Ano vai, ano vem, e a atração está lá, com picos de Ibope. Na verdade, talvez assistir às aventuras de pouco mais de 1 dúzia de desocupados não seja tão viciante para quem desfruta apenas de alguns minutos da versão editada pela Globo, mas não posso dizer o mesmo dos que têm acesso – legítimo ou não – às 24 horas diárias estrelas pelos brothers. Honestamente, eu os considero como dois programas distintos.

    O que conta com a voz marcante do Bial, as animações do Maurício Ricardo e o tempero apimentado da equipe de edição é uma novela perfeita, com enredo, mocinho, bandido e afins... Já a versão completa, parece-me muito mais um curso avançado sobre o comportamento humano. O estudo das variações sofridas pelo bicho homem, quando em cativeiro voluntário. E, pasmem, existem fãs para ambos os aspectos.

    Só vejo graça ao me deparar com um futuro telespectador que garante: jamais verá algo tão inútil e sem propósito! Pois sei que, basta dá-lhe uma oportunidade, e lá estarão seus olhos fitados nas atividades mais descabidas. Seja usar a secadora de roupa como relógio enquanto monta guarda fantasiado de soldadinho inglês, seja descer o barraco com alguém que conheceu ontem e com quem está concorrendo ao prêmio de 1 milhão, sob acusações de traição, falsidade e blefe, seja passar 15 horas pulando um cano de aço ornado com um simpático patinho amarelo.

    É sabido que muitos discordarão das minhas palavras, assim como é certo: veja o BBB a qualquer hora e bem vindo ao clube dos viciados!!!

    segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

    Apenas 3 segundos...

    Antes de tudo, obrigada a todos que enviaram seus telefones de contato para refazer minha agenda e, ainda mais, pelas palavras de apoio por eu ter ficado sem celular. Após alguns dias de luta árdua com a Claro, finalmente consegui reativar meu número, que já está funcionando, por enquanto, no aparelho emprestado pela minha prima.

    Bem, como dizem que desgraça pouca é bobagem, não bastasse ficar sem o telefone, na última sexta roubaram, furtaram, sei lá qual o termo correto (levaram de dentro da minha bolsa), a minha câmera digital. Mas, antes que as pessoas que gostam de mim, ou gostavam da câmera ou mesmo sabem o quanto eu sou louca por fotos e aquele aparelhinho já havia se tornado quase a extensão da minha mão, antes que todas essas pessoas pensem em sentir pena, revolta ou qualquer outra coisa, eu queria - apenas - falar sobre como 3 segundos podem mudar tudo...

    Em 3 segundos eu me lembro de estar falando no celular dentro de uma loja no Saara em meio a decisões e escolhas que influenciariam o casamento de um grande amigo e depois não me lembro mais dele. Se eu coloquei no balcão e alguém pegou, se levaram do bolso, se eu esqueci em algum lugar, nunca saberei... Somente vários segundos depois eu dei falta dele, aí já era tarde demais, encontrei apenas uma mensagem de fora de área ou desligado...

    Em 3 segundos eu resolvi não levar a minha câmera ao Maracanã num jogo do Flamengo. Chegando lá, ao encontrar a tranqüilidade inesperada e assistir o Mengão ganhar de 4x1, como desejei tê-la levado, como me arrependi por não ter feito.

    Em outros 3 segundos eu decidi que levaria a máquina ao ensaio técnico das escolas de samba, não queria me arrepender como na véspera, sabia que seria um belo espetáculo, embora tumultuado. E foi de apenas 3 segundos o longo intervalo em que deixem de segurar o zíper da bolsinha para agrupar as pessoas que estavam comigo, 3 segundos mais que suficientes para que abrissem a bolsa e pegassem a câmera sem que eu sequer sentisse. E 3 segundos depois, alguém exclamou: “sua bolsa está aberta!”... já era tarde demais. Acho que para a “ficha cair” leva pouco mais que 3 segundos, e a mistura de sensações entre perda, impotência, culpa e tristeza, essa sim, leva uma eternidade...

    No sábado, eu fui madrinha do casamento de meu amigo-irmão, e quantos 3 segundos eu desejei aquela câmera, com a minha alma, quantos momentos eu desejei ter eternizado com um click e simplesmente passaram sem registro. Agora, apenas minha memória vai armazená-los, isso sim, espero que ninguém possa roubar de mim.

    Mas a quem culpar?! Ouvi a pergunta: se você encontrasse o celular, devolveria? Eu, de pronto, respondi que sim. É a única coisa que eu posso fazer para mudar isso.

    Quando o telefone tinha apenas 3 meses e ainda faltavam 7 longas parcelas a pagar, eu o esqueci no banheiro e uma funcionária do Shopping Tijuca, a quem nunca tive o prazer de conhecer, o encontrou e devolveu imediatamente no atendimento ao cliente, foram apenas 3 segundos, e ele voltou pra mim... Há poucos dias, um homem desconhecido, retornou de carro de Vista Alegre à Ilha do Governador, para devolver o celular da minha mãe, e olha que o aparelho não deve valer nem a gasolina que ele gastou.

    Já tive um celular furtado de dentro da minha mochila, dentro do Extra da Ilha, outros 3 segundos de displicência e lá se foi... Bem, seja roubado, furtado, achado, não importa... a única coisa que consigo concluir é que, todo esse mercado, assim como o de roubo de carros, de cargas, de relógios, etc, só é fomentado pelas pessoas que se julgam de bem, mas que compram esses aparelhos. É muito fácil e cômodo condenar quem rouba, mas se sentir experto por ter comprado pela metade do preço ou menos uma peça ou aparelho nitidamente roubado.

    Eu não posso impedir que tirem de mim, mas – Graças a Deus – eu ainda posso trabalhar para adquirir outros e, acima de tudo, agradecer por não ter sido vítima de nenhuma violência física ou mal maior. Fora isso, vamos em frente que o caminho é longo. E lembre-se: nunca deixem de prestar atenção, nem mesmo por 3 segundos.

    Beijinhos***

    sábado, 5 de janeiro de 2008

    S.O.S. Derbi

    Ainda no mesmo jogo de perguntas e curiosidades citado abaixo, saiu uma dica assim "promovo um famoso Derbi", com o auxílio das outras dicas descobrimos que o lugar em questão era a cidade de Campinas - SP, mas no fim continuou a pergunta: o que diabos é um DERBI???

    Nenhum dicionário foi suficiente, nem mesmo o Google foi capaz de nos dar uma responta definitiva, assim, deixo aqui minha angústia e curiosidade: O QUE DIABOS É UM DERBI???

    Agradeço qualquer colaboração, obrigada!

    quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

    Mão boba


    O que você faz quando encontra um lápis e uma folha de papel? E se tiver uma caixa com lápis de cor por perto? Você começa a desenhar? Faz um garrancho?
    O Sagüi Freehand Drawers traz isso de uma maneira divertida. Você pode compartilhar a sua arte com o mundo e também aprender como os artistas fizeram suas obras.
    Tá esperando o que? Já foi lá deixar a sua marca? FHD

    Perco o tempo, mas não perco a matéria.


    Essa foi a primeira matéria bizarra que eu li depois do natal. Lembra o Jeremias, o famoso bêbado descoberto pelo programa de TV Sem Meias Palavras? Agora ele tá querendo dar uma de Daniela Cicarelli.
    Outra dica deste blog: Cuidado com propagandas e advogados.

    Jogo é cultura.



    O mundão de Deus. Estávamos nós em um jogo de adivinhação quando nos deparamos com uma realmente difícil. Todas as pistas não foram suficientes para conseguirmos acertar o tal do lugar. Ao final, a resposta revelada ainda causou espanto. Onde é mesmo que fica isso? E isso é famoso? Nunca ouvi falar nessa tal de Seychelles.
    Bom, deixo aqui a dica para o Carnaval. Essa história de ir pra Cabo Frio no RJ, já era.

    sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

    Xilóca no tatu

    Outro dia em um ônibus, ouvindo a conversa de dois amigos, ouço esta preciosidade:
    -Tú passô xilóca prá fazê tatoo.
    Confesso que demorei pra entender a frase. É certo também que escrita (mais ou menos) facilita a compreensão...

    terça-feira, 11 de dezembro de 2007

    Estrogonoficamente especial

    Piada pouca é bobagem. Escutei no rádio hoje, mas já tá rolando na @ a algum tempo...
    É o audio de um depoimento que foi enviado para uma rádio, dado por um indivíduo intitulado Carro Velho. É uma sequência de elogios e agradecimentos, que só o Carro Velho conhece ou entende.
    Parece falso, mas dá pra rir muito... Confira em O Rei do Elogio !



    Este blog está sob uma Licença Creative Commons.
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    besteirinhas

    Melhor do que passar 3 horas no engarrafamento, é ouvir: "eles deviam servir porções de batata frita e calabresa, chopp na caneca zero grau e vir vestidos como garçon..."

    filosofando

    • Mesmo que os livros, ou as pessoas digam que um trecho de código não funciona, experimente. (Marcio)

    quem disse?!

    • Trabalho é tudo aquilo que você faz na hora em que gostaria de estar fazendo outra coisa. (sabedoria popular)
    • Se você colocar dois designers dentro de uma sala para discutir sobre um determinado assunto, não se espante se você ouvir três opniões diferentes. (Sei lá)
    • A única maneira de conservar a saúde é comer o que não se quer, beber o que não se gosta e fazer aquilo que se preferiria não fazer. (Mark Twain)

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